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Cascais apresenta obras da Bienal Internacional de Arte de Cerveira | Centro Cultural de Cascais

27 Jan 2018
Uma exposição antológica com obras de mais de trinta artistas, como Helena Almeida, Ângelo Sousa e Álvaro Lapa, da coleção da Fundação Bienal de Arte de Cerveira pode ser vista no Centro Cultural de Cascais.

Uma exposição antológica com obras de mais de trinta artistas, como Helena Almeida, Ângelo Sousa e Álvaro Lapa, da coleção da Fundação Bienal de Arte de Cerveira pode ser vista no Centro Cultural de Cascais. A exibição visa assinalar os 40 anos da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, ficando patente até 31 de março.
" Esta exposição, em Cascais, é uma ótima forma de iniciar as comemorações dos 40 anos da Bienal Internacional de Cerveira", afirmou Fernando Nogueira, presidente do Conselho Diretivo da Fundação e presidente da autarquia, presente na inauguração, no Centro Cultural de Cascais, da Antologia de mais de 30 artistas portugueses, grandes nomes da arte contemporânea nacional e cujas obras fazem parte do acervo da Fundação Bienal de Arte de Cerveira que conta com um espólio de mais de 600 obras.
Esta é uma antologia de escultura, pintura e fotografia dos grandes nomes da arte contemporânea que passaram pela Bienal Internacional de Cerveira ao longo destes últimos quarenta anos. Helena Almeida, José Rodrigues, Pedro Calapez, Pedro Cabrita Reis, Ângelo e Sousa e Álvaro Lapa, são alguns desses artistas, entre outros.
" O espaço no Centro Cultural de Cascais é magnífico e irá dar uma grande projeção às obras e à Fundação de Arte de Cerveira", disse, ainda, Fernando Nogueira.
Com curadoria de Luísa Soares de Oliveira, a mostra decorre no âmbito da programação do Bairro dos Museus de Cascais e na sequência de uma colaboração entre a Fundação Dom Luís I e a Fundação Bienal de Arte de Cerveira.
"Esta é a Bienal de Arte mais antiga de Portugal e uma das mais antigas da Europa, por isso é um grande prestigio para Cascais ter esta mostra do imenso e extraordinário acervo da Fundação de Arte de Cerveira" referiu Salvato Teles de Menezes, presidente do Conselho Diretivo da Fundação D. Luís que em conjunto com a Câmara Municipal de Cascais promoveram esta exposição em parceria com a Fundação Bienal de Arte de Cerveira.
"A Bienal Internacional de Arte de Cerveira é visionária, tem aberto portas a novos criadores, descentralizando os eventos de arte, sendo fundamental para aproximar um universo, que alguns ainda julgam ser apenas para usufruto elitista, da população em geral. É este espírito de querer arriscar, de partilha e de valorização da Cultura que também carateriza Cascais", destaca Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais.
Numa referência a esta antologia, que desce da região do Minho até Cascais, o presidente da Fundação Bienal de Arte de Cerveira realça que esta exposição "afigura-se um manifesto (...) que convida a uma reaproximação histórica e física, no seio do panorama artístico português e internacional das últimas quatro décadas".
A iniciativa conta com o apoio da Direção-Geral das Artes.
Sobre a Fundação Bienal de Arte de Cerveira | Apostando na arte, cultura e criatividade enquanto elementos distintivos, Vila Nova de Cerveira tem mantido, ao longo dos anos, uma relação saudável e equilibrada entre a tradição cultural e a criação contemporânea. Este capital simbólico propiciou o desenvolvimento de uma assinatura diferenciadora – Vila das Artes – que deve a sua origem ao acolhimento da mais antiga Bienal de Arte do país, Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Ao longo das últimas quatro décadas esta vila do Alto Minho tem sido um ponto de encontro de artistas portugueses e estrangeiros, oferecendo espaço e condições excecionais para o evento.

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